PROPOSTA DE DIMINUIÇÃO DA JORNADA DE TRABALHO TRAMITA NO CONGRESSO
Foto: http://www.infobrasilia.com.br/
Congresso aprova a proposta da PEC 231/95
David Santos
Luis Dalle
Mayne Santos
Tchiago Inague
No início deste ano, sindicatos, associações e organizações não governamentais levaram ao Congresso Nacional um documento contendo um milhão de assinaturas coletadas em todo o país no qual pedem para que reduzam a carga de trabalho de 44 horas (prevista na Constituição Brasileira) para 40 horas semanais sem prejuízo salarial.
O primeiro passo já foi dado, pois a Proposta de Emenda à Constuição foi aprovada – PEC 231/95. O deputado federal Vicentinho afirma que tal ato é um avanço. “Ouvimos todos os setores e, em que pese o respeito por aqueles que se posicionam contrariamente à redução da jornada de 44 para 40 horas semanais, os argumentos apresentados nas audiências não se justificam”, diz.
Graziela Ripari trabalha em uma concessionária de veículos, possui jornada superior a 40 horas semanais, aprova esta possível mudança. “A diminuição vai facilitar minha vida, eu poderei me dedicar mais tempo para a faculdade”.
Já Valéria Guaraldo, que já trabalha 40 horas semanais, pois passou pela mudança há dois anos, “é muito mais cômodo e tranqüilo. Antes eu não tinha tempo nem para o lazer, pois não tinha ânimo”. Guaraldo diz que quando trabalhava mais não tinha tempo nem para ficar com seus filhos.
Luis Dalle
Mayne Santos
Tchiago Inague
No início deste ano, sindicatos, associações e organizações não governamentais levaram ao Congresso Nacional um documento contendo um milhão de assinaturas coletadas em todo o país no qual pedem para que reduzam a carga de trabalho de 44 horas (prevista na Constituição Brasileira) para 40 horas semanais sem prejuízo salarial.
O primeiro passo já foi dado, pois a Proposta de Emenda à Constuição foi aprovada – PEC 231/95. O deputado federal Vicentinho afirma que tal ato é um avanço. “Ouvimos todos os setores e, em que pese o respeito por aqueles que se posicionam contrariamente à redução da jornada de 44 para 40 horas semanais, os argumentos apresentados nas audiências não se justificam”, diz.
Graziela Ripari trabalha em uma concessionária de veículos, possui jornada superior a 40 horas semanais, aprova esta possível mudança. “A diminuição vai facilitar minha vida, eu poderei me dedicar mais tempo para a faculdade”.
Já Valéria Guaraldo, que já trabalha 40 horas semanais, pois passou pela mudança há dois anos, “é muito mais cômodo e tranqüilo. Antes eu não tinha tempo nem para o lazer, pois não tinha ânimo”. Guaraldo diz que quando trabalhava mais não tinha tempo nem para ficar com seus filhos.











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